Analisando a Letra da Música: “O QUE SOBROU DO CÉU” do Rappa !!!

28 outubro, 2009 às 02:03 | Publicado em Analisando Letras de Música, Posts Interativos, Videos | 16 Comentários
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“O tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem?! O tempo respondeu pro tempo que não tinah tempo de dizer quanto tempo o tempo tem!”

Ehhhh… tudo sempre eh culpa do tempo !!! Falta de tempo, sobre de tempo, tempo passando muito rapido, tempo demorando muito pra passar… sempre sobra pro tempo !!! E essa é uma das justificativas do processo de “marcha lenta” que anda no Blog. + prometemos, que a partir da segunda metade de dezembro isso aqui vai bombar, e compensaremos muitoooooo vocês !!! ;P

E agoooooora, vim tentar ressucitar a Sessão que se saiu até bem em sua estréia, mas acabou sendo deixada de lado pelo meu medo de mostrar a realidade dura e cruel pro trás das letras de musicas !!! Muhahahahahaaa…

Zueira, mostro apenas minha interpretação… quem for de acordo bem, quem não… Amém! é bom que gera debate !!! UHuhuhuhuuuuuu

Bom, atendendo a um pedido que rolou nos comentários da estréia da sessão, hoje teremos a tentativa analise de “O QUE SOBROU DO CÉU” (O RAPPA).

ENTÃO, VAMOS LÁ:

O QUE SOBROU DO CÉU – O RAPPA

O, la lá, o la lá, ê ah
O, la lá, o la lá, ê ê

O, la lá, o la lá, ê ê ah
O, la lá, o la lá, ê ê

Faltou luz mas era dia, o sol invadiu a sala
Fez da TV um espelho refletindo o que a gente esquecia
(Esse trecho está fazendo analise a um sequestro, no ponto de vista de um sequestrado, e o minimo que ele conseguia ver de luz no cativeiro onde estava.)

Faltou luz mas era dia… di-ia
Faltou luz mas era dia, dia, dia
(Continua dando ênfase ao fato de que o cara fica meio desnorteado, sem ter noção meio que do tempo, devido a tudo parecer noite sempre.)

O som das crianças brincando nas ruas
Como se fosse um quintal
A cerveja gelada na esquina
Como se espantasse o mal
(Nesta parte vemos relatos de deduções que o cara tem, devido a barulhos que ouve, ou conversar que pega no “ar”.)

O chá pra curar esta azia
Um bom chá pra curar esta azia
Todas as ciências de baixa tecnologia
Todas as cores escondidas nas nuvens da rotina
(Bom, nesse trecho ele pode estar se referindo a precariedade por qual passava, e pelas soluções de carater inferior que ele tinha pra situações como fome, ou se passasse mal, etc. E que já havia caído numa rotina, que apagava as perspectivas de algo bom.)

Pra gente ver… por entre prédios e nós…
Pra gente ver… o que sobrou do céu… o la lá
(Do meu ponto de vista, esta parte pode ser encarada com uma critica a sociedade urbana, de classe alta, que vive nos grandes centros de São Paulo, e Rio de Janeiro… cheias de prédios altos, que consomem o céu. Em contrapartida da vida precária das pessoas, nas favelas, e suburbios… com vida precária, + a céu aberto. Que no caso, um “rico” sequestrado… absorveu como lição, o que ele viu “AO VIVO”, de como é a vida dessas pessoas !!!)

Bom, fiz essa analise baseado no CLIPE da música, que por acaso é esse AQUI:

Realmente, a letra é meio dificil de ser interpretada, tem que parar com calma e talz, e pensar em vários pontos de vista !!! E, a principio eu cheguei nesse, + meio superficialmente!

E justo por isso, espero as opiniões e comentários de vocês, JAHHHH !!! ;P

Ahhhh, e sintam-se a vontade pra fazer pedidos de musicas também, que eu prometo que me esforço pra analisar, ou não !!! xD

Intonce é isso !!! Vazeiiiiiiiiiiiii !!!


16 Comentários »

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  1. Oieee meninosss!!!!!!!!! Adorei o post!!E..já deixo meu pedido (ORDEM!..RISOS).. ” samuraí” do Djavan!!!!!!!!!!

    Beijos, meninos!!!
    =***

  2. meu querido… quanta complexidade!!! hauhauhaua

  3. Olá, desculpe pela demora, mas quero agradecer pela visita no meu blog… Aproveito a oportunidade para te parabenizar pela qualidade do seu blog…
    Caso queira visitar novamente, fique à vontade…
    Caso tenha alguma sugestão, comente, sua opinião é importante para a evolução do nosso conteúdo…

  4. vejo que na parte: Faltou luz mas era dia, o sol invadiu a sala
    Fez da TV um espelho refletindo o que a gente esquecia.
    Todas as ciências de baixa tecnologia
    ele quer dizar que agente esqueceu de quando eramos crianças e brincavamos com varios brinquedos feito a mao sem tecnologia alguma, entao faltou luz mas era dia, ficamos refem da tecnologia, se é dia podemos fazer muitas coisas independente da tecnologia, varias bricadeiras, varias coisas que nao precisa ter energia. acho q é isso

  5. olá… gostei muito da interpretação para a música. Gostomuito muito das músicas e dos temas aborados pela banda o rappa, da qual me tornei fão, por isso sugiro outras músicas da banda. Parabéns pela postagem e quero ver mais canções do o rappa aqui heim..rs ! grande abç !

  6. Rapaz, acho muito válido o fato de analisar em seu blog canções de peso como a em questão, gravada também por Maria Rita em bela montagem.
    Porém, percebe-se a precariedade da interpretação. Totalmente fraca de reflexões e sem nexo algum.
    “Cara sequestrado?!”, “deduções pegas no ar”?! oO
    Essa música é uma linda crítica à verticalização humana, ao cotidiano corrido que nos faz perder as cores do dia, à alienação massificante perante da TV que nos relembra tudo que esquecemos que passou um dia antes e assim sucessivamente.
    Abraços!

    • Acredito que se vc assistir o clip oficial da música, entenderá a interpretação do dono do blog amigo. Tive a mesma sensação que a sua, mas após assistir ao clipe oficial, entendi… Recomendo

  7. Nada a ver sua analise cara!
    Ele fala sobre alienação dos seres humanos em relação a tanta tecnologia e mídia!

  8. kara, valeu me ajudou bastante, precisei fazer um trabalha dessa musica do Rappa pra facu…, grato

  9. verdade
    Acho que tipo N foi aquela interpretação Se for levar em conta o clipe talvez mas a musica, Que os tempos eram melhores antigamentes em que tudo era simples tipo…O som das crianças brincando nas ruas como se fosse um quintal pois ér
    hj em dia n se vê mais crianças brincando nas ruas
    somente no computador e tal…

    é isso aew.

  10. Huahuhauhuahuahuah…bacana!

  11. Acho que tem uma coisa ”reiligiosa” em certos trechos…”pra gente ver..por entre os predio e nós…” na umbanda nó significa dificuldade de varios tipos…

    Mas muito fera sua análise!! Abç

  12. Nossa nada a ver essa analize velho! Fala sobre os humanos e a tecnologia de hoje em dia!

  13. Gostei da interpretação, apesar de um tanto confusa, mas boa :)

  14. interessante. achei as interpretações das pessoas aqui muito diferentes do que eu interpretei da música.

    “Faltou luz mas era dia, o sol invadiu a sala, fez da TV um espelho refletindo o que a gente esquecia” -> a televisão mostra sempre uma realidade diferente da nossa, quantas vezes não nos pegamos hipnotizados no mundo imaginário das novelas? Mas quando falta luz, subitamente somos obrigados a ver o reflexo da nossa casa – A NOSSA REALIDADE.

    ” O som das crianças brincando nas ruas como se fosse um quintal” -> com o som da TV desligado ou do rádio e qualquer outro aparelho elétrico, de repente você se esquece que nem está vivendo a vida com seus filhos. Lá estão eles sozinhos, brincando fora de casa.

    “A cerveja gelada na esquina, como se espantasse o mal” -> aquele mal hábito que temos de fugir para o bar quando as coisas estão difíceis (auto-sabotagem).

    “Um chá pra curar essa asia, um bom chá pra curar essa asia. Todas as ciências de baixa tecnologia.” -> todos os artifícios que aderimos no cotidiano pra lidar com os efeitos da auto-sabotagem.

    “Todas as cores escondidas nas nuvens da rotina.” -> há uma vida a ser vivida mas por conta das necessidades – as vezes fúteis – nos condicionamos a uma vida de rotina (sem sentido).

    “Pra gente ver por entre os prédios e nós. Pra gente ver o que sobrou do céu.” -> e esse trecho fecha a ideia de que nos condicionamos ao cotidiano e técnicas de auto-sabotagem para esquecer a vida cheia de possibilidades que deixamos para trás. Mas hoje, que faltou luz e ficamos observando a realidade a nossa volta, nos deparamos com aquele pequeno pedaço “do que sobrou do céu”, onde ‘o céu’ representa a realidade fora da rotina diária.

    E isso é mesmo a realidade do brasileiro – rico ou pobre – que tira toda a beleza de uma vida se doando completamente ao trabalho mal remunerado pra poder dar conta da família (ou, no caso da classe média, se doa em nome de uma vida de “sucesso”). Nos habituamos a não procurar mais um sentido para as coisas, simplesmente nascemos com um plano pré-estabelecido (estudar, trabalhar, aposentar). Mas isso é extremamente prejudicial para o espírito que anseia por novidade, que anseia por sonhos. Por causa disso, usamos artifícios de auto-sabotagem para esquecermos desses anseios e nos afundarmos silenciosamente (sem reclamações) no universo sem sentido da vida cotidiana.

  15. A interpretação que tá no post se baseia no clipe da música. O Clipe, integrado com a música criou uma história de sequestro que ficou muto bom mas o sentido que se refere no seu comentário é o mais acertado. A televisão desligada refletindo a pobreza o som das crianças a simplicidade e no fim o que sobrou do céu faz uma reflexão sobre a ocupação do nosso solo com prédios altos onde uma parte da população busca segurança e qualidade de vida mas o espaço que sobra nas cidades é exíguo onde os desafortunados compartilham de maneira improvisada e teimosa o mesmo espaço urbano. Teimosamente disputam o que sobrou do céu.


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